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ritapereiraportugal

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17
Mar15

Rita Pereira sobre Ângelico: “Ele não andava a 180 kms/hora“

*Patricia*

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Atriz testemunhou no Tribunal de Aveiro no âmbito do processo que opõe a mãe do cantor aos pais da outra vítima mortal do acidente.

Após um silêncio de quatro anos, Rita Pereira viu-se forçada pela Justiça a falar do fatídico despiste, na madrugada de 25 de junho de 2011, que tirou a vida ao seu ex-namorado, Angélico Vieira, e a um outro jovem, Hélio Filipe, tendo Armanda Leite, outra ocupante do veículo, ficado tetraplégica.

O quarto ocupante, Hugo Pinto, sofreu apenas ferimentos ligeiros. Exames periciais apontam que o condutor (Angélico) seguia a uma velocidade de cerca de 230 kms/hora na altura do desastre.

Fonte: Nova Gene

10
Mar15

Rita Pereira contesta perícia na morte de Angélico

*Patricia*

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Rita Pereira e o advogado João Nabais 

A actriz Rita Pereira afirmou esta tarde no Tribunal de Aveiro que o cantor Angélico Vieira, seu ex-namorado, falecido num despiste na A-1, em 2011, na zona de Estarreja, “não andava a mais de 150 quilómetros/hora”.

Rita Pereira falava no julgamento por causa do acidente mortal, em que os cálculos de velocidade periciais realizados pela Brigada de Trânsito (BT) da GNR apontam para “muito mais de 200 quilómetros horários” (cerca de 230) aquando do despiste que causou a morte de Angélico Vieira e de um outro jovem angolano, Hélio Filipe Van Dunem, tendo ficado tetraplégica uma outra jovem.

“Durante oito anos, o Angélico nunca andou comigo a 180 ou 200 quilómetros horários e era um condutor muito cuidadoso”, afirmou esta tarde Rita Pereira, perante a juíza Maria do Carmo Lourenço, no Tribunal Cível de Braga. Rita Pereira desmentiu ainda que o automóvel do acidente fosse de Angélico Vieira, dizendo que “pertencia ao senhor Augusto Fernandes, do stand Auguscar, conforme o próprio me disse quando me deu a notícia do acidente”.

O Tribunal de Aveiro começou na sexta-feira passada a julgar esta acção cível, em que os pais de Hélio Van Dunem, o amigo de Angélico que seguia com ele no carro, pedem aos pais deste uma indemnização de 236 mil euros.

Por sua vez, os pais de Angélico processaram o dono do stand, alegando que o carro acidentado não era do filho, mas deste negociante de automóveis, que alegam ter forjado um contrato de compra e venda, falsificando a assinatura do filho. 

Fonte: Sol

10
Mar15

Angélico era cuidadoso a conduzir diz Rita Pereira

*Patricia*

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 Rita Pereira, ex-namorada de Angélico, foi ouvida em tribunal como testemunha

Atriz afirma que dono do stand estava preocupado e que o BMW foi emprestado

Rita Pereira não hesitou uma única vez. Ouvida esta segunda-feira no Tribunal de Aveiro, numa ação cívil contra a mãe de Angélico Vieira – em que lhe são exigidos 236 mil euros –, a atriz da TVI excluiu a hipótese de o ex-namorado seguir a 200 km/h antes do acidente em que perdeu a vida, em junho de 2011, em Estarreja. Garantiu que após falar com Augusto Fernandes – dono do stand Impocar de onde saiu o BMW 635 – percebeu que aquele tinha noção de que algum problema ocorreu com o carro.

 

"No hospital o Augusto estava preocupado. Percebeu obviamente que para se ter dado um acidente daquele género alguma coisa tinha que ter acontecido ao carro", disse a atriz. Rita – que tentou a todo o custo não ser fotografada – considerou que é absurdo alguém pensar que Angélico seguia a uma velocidade perigosa. "Convivemos durante oito anos. Andei muitas vezes com ele de carro e nunca excedeu os 150 km/h", garantiu.

A atriz tem também a certeza de que o carro foi emprestado pelo stand. "O Augusto ligou-me no dia do acidente às cinco da madrugada a contar o que aconteceu. Disse que o carro era emprestado", concluiu. Segundo a atriz, era normal Angélico andar com carros emprestados por Augusto. Em troca fazia publicidade e aumentava as vendas do stand.

"Acha que existem muitas pessoas que têm 600 mil euros para comprar um carro igual ao de uma figura pública?, questionou o advogado do stand. "Eu tenho, podia comprar", garantiu.

A ação cível foi interposta pelos pais de Hélio Filipe, a outra vítima mortal do acidente. Tem também como réus o stand e o Fundo de Garantia Automóvel.

Fonte: CM
05
Out14

Rita Pereira em tribunal com o ex

*Patricia*

 

O namoro de Rita Pereira e Miguel Mouzinho terminou há três anos, mas nem tudo ficou resolvido entre o ex-casal.

A atriz e o empresário estão às avessas devido a uma alegada dívida de 60 mil euros, valor que Rita Pereira terá investido no negócio do ex-namorado.

 Rita Pereira namorou há três com o empresário

Miguel Mouzinho abriu em 2010 o espaço Vila Louize no LX Factory, em Lisboa. Na altura a estrela das novelas da TVI esteve na inauguração e ajudou o empresário na remodelação do espaço. Depois de terminada a relação, em 2011, a atriz terá tentado reaver o dinheiro, mas sem sucesso.

Assim, Rita decidiu avançar com um processo em tribunal, que para já ainda não teve solução.

A Move Notícias tentou entrar com contacto com a atriz e o empresário, mas sem sucesso.

Fonte: Move Notícias

29
Dez13

Rita Pereira em tribunal

*Patricia*

No início do próximo ano, Rita Pereira irá prestar declarações em tribunal, como testemunha de Filomena Vieira.

A mãe do falecido Angélico Vieira foi processada pelos pais de Hélio, que morreu no acidente que também vitimou o cantor e ator.

 

Fonte: Vidas

29
Dez13

Rita Pereira: Atriz pode salvar mãe de Angélico

*Patricia*

Filomena Vieira arrolou a atriz da TVI para testemunhar por ela em dois julgamentos relacionados com o acidente que provocou a morte do seu filho. A família tem lidado com diversas questões que se prendem com dívidas e penhoras...

 

A alguns dias de assinalar a data de aniversário do filho, que faria 31 anos a 31 de dezembro, não fosse a fatalidade do acidente mortal a 25 de junho de 2011, a mãe de Angélico Vieira prepara-se para começar o ano sentada no banco dos réus, já que em janeiro arranca com uma audiência de partes, no Tribunal de Aveiro, o julgamento em que os pais de Hélio Vandunen pedem cerca de 236 mil euros de indemnização pela morte do filho, falecido no mesmo acidente que vitimou o cantor.

Porém, Filomena Vieira, cabeça de casal da herança de Angélico, não está sozinha nesta batalha legal, pois conta com Rita Pereira para testemunhar a seu favor. “Nesta primeira audiência o juiz vai tentar que as partes entrem em acordo, mas tudo indica que será inútil porque nem Filomena nem os outros quatro réus do processo, como o Auguscar, de onde era o BMW 635 no qual o cantor teve o acidente fatal aos 28 anos, o Luís Filipe Gonçalves Unipessoal, a Impocar e o Fundo de Garantia Automóvel, estão dispostos a pagar. Será uma audiência para acertar datas”, revelou-nos fonte ligada ao processo, garantindo-nos que a mãe do cantor “jamais iria aceitar uma proposta que atribuísse as culpas da morte de Hélio ao filho”.

Nesta ação, os pais de Hélio Vandunen são implacáveis quando afirmam que Angélico foi o principal culpado, pois circulava a mais de 230 km/h quando se despistou na A1, sentido Norte/Sul, na zona de Estarreja.

A defesa contestou alegando um possível problema nos pneus do carro. Contudo, as idas ao tribunal de Filomena Vieira e Rita Pereira não vão ficar-se por esta ação intentada pelos pais de Hélio Vandunen contra os herdeiros de Sandro Milton Vieira Angélico, na pessoa da sua mãe.


Quase em simultâneo arranca outro julgamento, no Tribunal de Vila do Conde, e mais uma vez, Filomena terá a seu lado a ex-namorada do filho, Rita Pereira, para testemunhar a favor dela na ação que intentou contra Augusto Fernandes e a Impocar, Comércio de Automóveis, Lda. Neste processo, os pais de Angélico Vieira pedem aos réus uma indemnização de 115 mil euros correspondente ao somatório de valores resultante de uma suposta venda usando recurso a uma alegada falsificação da assinatura de Angélico no contrato de compra e venda de dois veículos, Ferrari e Audi, e ainda, 24 500 euros, correspondentes à alegada diferença entre a venda de um Porsche (42 500) e a aquisição de um outro veículo que este comprou para oferecer à mãe e que lhe teria custado 18 mil euros.

No total, a indemnização pedida pelos pais de Angélico ronda os 134 500 euros, acrescida dos respetivos juros vencidos. A NOVA GENTE sabe que Augusto Fernandes contestou esta ação dos pais do músico defendendo que eles “alegaram uma mescla de factos fundados em suposições e hipóteses” chegando mesmo a entrarem “em contradição”. Diz também que o casal “escora o seu articulado numa suposta falsificação de assinaturas num contrato de venda” e “concluem que pode não existir essa falsificação”.

Rita Pereira e Filomena são unha e carne. Os laços que unem a atriz a Filomena Vieira são muito apertados e a mãe do músico parece não dar um passo sem se aconselhar com a ex-namorada do filho. Mesmo depois do acidente mortal, as duas continuaram a ver-se e a falar-se telefonicamente quando não podiam estar juntas. A atriz ter-se-á tornado no principal apoio de Filomena, que confia nela de tal maneira que até se aconselha com a atriz para decidir sobre diversas situações da sua vida, como por exemplo, a quem deve ou não dar entrevistas.

A cumplicidade entre ambas é tanta que a mãe de Angélico já foi vista a ajudar Rita Pereira em casa e frequentemente andam juntas. “Ela vem do Feijó a Carcavelos para irem à feira e até costuma almoçar aqui na zona com a Rita. Dão-se muito bem e apoiam-se mutuamente”, disse um amigo da atriz. Certo é que Filomena Vieira se mantém em silêncio sobre todos estes processos que enfrenta, não escondendo a saudade e a dor que sente por ter perdido o filho. E, com o aproximar do último dia do ano, altura em que Angélico faria 31 primaveras, a mãe do músico fica emocionalmente mais sensível e tocada pelas recordações.

Aliás, quando lançou o livro Nunca te Esquecerei, a 22 de junho de 2012, a mãe de Angélico não conseguiu conter a emoção. Filomena Vieira Angélico estava de tal forma emocionada que não conseguiu proferir as palavras dedicadas ao filho. Mais uma vez, valeu-lhe Rita Pereira que assumiu o seu papel, cabendo a ela proferir tal discurso: “Ao maior amor da minha vida, ao meu grande e único herói. Dia após dia tento ser forte à imagem de todos os que me rodeiam, mas, Sandro, eu estou a sobreviver e não é justo nem mereço.”

Este foi apenas mais um dos muitos episódios que D. Mena, termo carinhoso com que é tratada pelos amigos, teve de ultrapassar. Por exemplo, no dia em que se celebrou um ano após a morte de Angélico Vieira, familiares e amigos fizeram questão de recordá-lo numa missa na Igreja de Nossa Senhora de Fátima, no Laranjeiro.

Mais uma vez, Filomena Vieira não resistiu à emoção, acabando por desmaiar na igreja no momento em que se ouvia a música Mamã África. Episódios como estes têm-se sucedido com alguma regularidade, “havendo lugar a altos e baixos, momentos menos dolorosos, mas para ela, o Angélico era a sua vida”, diz um amigo, adiantando ainda: “A D. Mena continua muito fragilizada emocionalmente. Para ela o Angélico está sempre cá, pois as coisas dele estão intactas... como ele deixou.”

 

Fonte: Nova Gente

03
Jan12

Rita despista compra de BMW de Angélico

*Patricia*

Rita Pereira será ouvida no âmbito de um processo por suspeita na falsificação da assinatura do contrato de compra e venda do BMW 635 ao volante do qual o seu ex-namorado, Angélico Vieira, morreu em Junho na A1, Estarreja. A jovem actriz foi indicada como testemunha pela mãe do cantor, Filomena Vieira – que não acredita que o filho tenha comprado o automóvel ao empresário Augusto Fernandes, dono do stand.

O depoimento de Rita Pereira será fundamental. A actriz foi a primeira pessoa a falar com Augusto Fernandes logo após o acidente. Aliás, foi o empresário a avisá-la de que o ex-namorado sofrera um violento despiste. A jovem, por seu turno, ligou à família e aos amigos de Angélico.

Mas, no telefonema para Rita Pereira, Augusto terá dito que o carro em que Angélico seguia era emprestado. Manteve essa versão nos dias em que o cantor esteve internado, no Porto, e só disse à família que o BMW afinal era de Angélico após o funeral.

A actriz deverá reproduzir o teor destas conversas em tribunal, de forma a tentar provar a tese da família do cantor. Acreditam que o contrato de compra e venda foi forjado.

Rita e Angélico tinham-se reaproximado nas semanas antes do acidente. E nas conversas que mantiveram o cantor nunca lhe falou que pretendia comprar um carro novo.

A actriz foi apontada como testemunha, pela mãe da vítima, ainda no processo da investigação ao acidente, entretanto arquivado. O Ministério Público de Estarreja extraiu, no entanto, uma certidão sobre a falsificação do contrato – enviada para o Tribunal de Vila do Conde. Rita Pereira deverá ser chamada a depor em breve.

A mãe do cantor requereu ainda que fosse ouvido Adriano Castro, um amigo de longa de data de Angélico, que reside em Amarante, e uma outra amiga, de nome Sandra. 

 

Fonte: Vidas

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