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Domingo, 29 de Dezembro de 2013

Rita Pereira em tribunal

No início do próximo ano, Rita Pereira irá prestar declarações em tribunal, como testemunha de Filomena Vieira.

A mãe do falecido Angélico Vieira foi processada pelos pais de Hélio, que morreu no acidente que também vitimou o cantor e ator.

 

Fonte: Vidas

publicado por *Patricia* às 22:28
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Rita Pereira: Atriz pode salvar mãe de Angélico

Filomena Vieira arrolou a atriz da TVI para testemunhar por ela em dois julgamentos relacionados com o acidente que provocou a morte do seu filho. A família tem lidado com diversas questões que se prendem com dívidas e penhoras...

 

A alguns dias de assinalar a data de aniversário do filho, que faria 31 anos a 31 de dezembro, não fosse a fatalidade do acidente mortal a 25 de junho de 2011, a mãe de Angélico Vieira prepara-se para começar o ano sentada no banco dos réus, já que em janeiro arranca com uma audiência de partes, no Tribunal de Aveiro, o julgamento em que os pais de Hélio Vandunen pedem cerca de 236 mil euros de indemnização pela morte do filho, falecido no mesmo acidente que vitimou o cantor.

Porém, Filomena Vieira, cabeça de casal da herança de Angélico, não está sozinha nesta batalha legal, pois conta com Rita Pereira para testemunhar a seu favor. “Nesta primeira audiência o juiz vai tentar que as partes entrem em acordo, mas tudo indica que será inútil porque nem Filomena nem os outros quatro réus do processo, como o Auguscar, de onde era o BMW 635 no qual o cantor teve o acidente fatal aos 28 anos, o Luís Filipe Gonçalves Unipessoal, a Impocar e o Fundo de Garantia Automóvel, estão dispostos a pagar. Será uma audiência para acertar datas”, revelou-nos fonte ligada ao processo, garantindo-nos que a mãe do cantor “jamais iria aceitar uma proposta que atribuísse as culpas da morte de Hélio ao filho”.

Nesta ação, os pais de Hélio Vandunen são implacáveis quando afirmam que Angélico foi o principal culpado, pois circulava a mais de 230 km/h quando se despistou na A1, sentido Norte/Sul, na zona de Estarreja.

A defesa contestou alegando um possível problema nos pneus do carro. Contudo, as idas ao tribunal de Filomena Vieira e Rita Pereira não vão ficar-se por esta ação intentada pelos pais de Hélio Vandunen contra os herdeiros de Sandro Milton Vieira Angélico, na pessoa da sua mãe.


Quase em simultâneo arranca outro julgamento, no Tribunal de Vila do Conde, e mais uma vez, Filomena terá a seu lado a ex-namorada do filho, Rita Pereira, para testemunhar a favor dela na ação que intentou contra Augusto Fernandes e a Impocar, Comércio de Automóveis, Lda. Neste processo, os pais de Angélico Vieira pedem aos réus uma indemnização de 115 mil euros correspondente ao somatório de valores resultante de uma suposta venda usando recurso a uma alegada falsificação da assinatura de Angélico no contrato de compra e venda de dois veículos, Ferrari e Audi, e ainda, 24 500 euros, correspondentes à alegada diferença entre a venda de um Porsche (42 500) e a aquisição de um outro veículo que este comprou para oferecer à mãe e que lhe teria custado 18 mil euros.

No total, a indemnização pedida pelos pais de Angélico ronda os 134 500 euros, acrescida dos respetivos juros vencidos. A NOVA GENTE sabe que Augusto Fernandes contestou esta ação dos pais do músico defendendo que eles “alegaram uma mescla de factos fundados em suposições e hipóteses” chegando mesmo a entrarem “em contradição”. Diz também que o casal “escora o seu articulado numa suposta falsificação de assinaturas num contrato de venda” e “concluem que pode não existir essa falsificação”.

Rita Pereira e Filomena são unha e carne. Os laços que unem a atriz a Filomena Vieira são muito apertados e a mãe do músico parece não dar um passo sem se aconselhar com a ex-namorada do filho. Mesmo depois do acidente mortal, as duas continuaram a ver-se e a falar-se telefonicamente quando não podiam estar juntas. A atriz ter-se-á tornado no principal apoio de Filomena, que confia nela de tal maneira que até se aconselha com a atriz para decidir sobre diversas situações da sua vida, como por exemplo, a quem deve ou não dar entrevistas.

A cumplicidade entre ambas é tanta que a mãe de Angélico já foi vista a ajudar Rita Pereira em casa e frequentemente andam juntas. “Ela vem do Feijó a Carcavelos para irem à feira e até costuma almoçar aqui na zona com a Rita. Dão-se muito bem e apoiam-se mutuamente”, disse um amigo da atriz. Certo é que Filomena Vieira se mantém em silêncio sobre todos estes processos que enfrenta, não escondendo a saudade e a dor que sente por ter perdido o filho. E, com o aproximar do último dia do ano, altura em que Angélico faria 31 primaveras, a mãe do músico fica emocionalmente mais sensível e tocada pelas recordações.

Aliás, quando lançou o livro Nunca te Esquecerei, a 22 de junho de 2012, a mãe de Angélico não conseguiu conter a emoção. Filomena Vieira Angélico estava de tal forma emocionada que não conseguiu proferir as palavras dedicadas ao filho. Mais uma vez, valeu-lhe Rita Pereira que assumiu o seu papel, cabendo a ela proferir tal discurso: “Ao maior amor da minha vida, ao meu grande e único herói. Dia após dia tento ser forte à imagem de todos os que me rodeiam, mas, Sandro, eu estou a sobreviver e não é justo nem mereço.”

Este foi apenas mais um dos muitos episódios que D. Mena, termo carinhoso com que é tratada pelos amigos, teve de ultrapassar. Por exemplo, no dia em que se celebrou um ano após a morte de Angélico Vieira, familiares e amigos fizeram questão de recordá-lo numa missa na Igreja de Nossa Senhora de Fátima, no Laranjeiro.

Mais uma vez, Filomena Vieira não resistiu à emoção, acabando por desmaiar na igreja no momento em que se ouvia a música Mamã África. Episódios como estes têm-se sucedido com alguma regularidade, “havendo lugar a altos e baixos, momentos menos dolorosos, mas para ela, o Angélico era a sua vida”, diz um amigo, adiantando ainda: “A D. Mena continua muito fragilizada emocionalmente. Para ela o Angélico está sempre cá, pois as coisas dele estão intactas... como ele deixou.”

 

Fonte: Nova Gente

publicado por *Patricia* às 21:00
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Segunda-feira, 7 de Outubro de 2013

Reencontro: Rita Pereira consola pais de Angélico

O encontro da atriz com os pais do cantor

 

A atriz jantou com os progenitores do malogrado cantor com quem namorou. E não escondeu a emoção do reencontro.

Foi no jantar de celebração dos 30 anos de carreira do cabeleireiro Eduardo Beauté, no espaço Main Lisbon, que Rita Pereira se cruzou com Milton Angélico e Filomena Vieira. Logo que se encontraram, a atriz não deixou de dar um sentido abraço à mãe do ex-namorado que perdeu a vida num acidente de viação em junho de 2011.

Rita preferiu não falar do reencontro em público, sendo que é sabido que continuou sempre a dar-se com Filomena Vieira após a morte de Angélico.

Durante o discurso do anfitrião Beauté, a mãe de Angélico emocionou-se e Rita Pereira foi uma das pessoas que a consolou, acompanhando-a depois à saída.

 

Fonte: Dn

publicado por *Patricia* às 14:48
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Rita Pereira: "Foi o pior ano da minha vida"

 

 

 

 

 

 

 

publicado por *Patricia* às 00:05
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Domingo, 6 de Outubro de 2013

Rita Pereira conta tudo: "Descobri que consigo ser feliz"

 

 

 

 

 

publicado por *Patricia* às 18:35
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Sábado, 5 de Outubro de 2013

Tv Guia: Mãe de Angélico limpa a casa de Rita Pereira

 

 

 

publicado por *Patricia* às 14:10
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Quinta-feira, 26 de Setembro de 2013

Capa de revista

 

 

 

publicado por *Patricia* às 13:22
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Segunda-feira, 1 de Julho de 2013

Familiares e amigos recordam Angélico

Missa em memória do cantor decorreu na última sexta-feira na Igreja Nossa Senhora de Fátima, em Almada

 

Dois anos após a morte do Angélico, familiares e amigos reuniram-se na Igreja Nossa Senhora de Fátima, em Almada, para uma missa em memória do cantor. Rita Pereira, que namorou durante cinco anos com Angélico, marcou presença nesta homenagem. Depois deixou uma mensagem sentida no Facebook. “’A saudade serve para me dar a absoluta certeza de que ficaremos para sempre unidos...’”


 

 

Fonte: VIP

publicado por *Patricia* às 12:20
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Sexta-feira, 28 de Dezembro de 2012

“Fujo da imagem de diva, de sex symbol, de pessoa que está no topo e é intocável”

Aos 30 anos, Rita Pereira faz um balanço do seu percurso e partilha ambições

Rita Pereira garante que ao longo dos anos, tem vindo a aprender a gerir melhor a sua imagem. Atualmente, concede apenas duas ou três produções por ano. Uma delas… é esta. A conversa com a atriz da TVI percorreu vários temas: Natal, infância, trabalho… E as saudades do cantor e ator Angélico Vieira, que morreu há um ano e meio.

 

Lux – Gosta do Natal?

Rita Pereira – Gosto muito, porque estou com a minha família e adoro oferecer presentes. É sempre uma altura em que tenho a oportunidade de ir para a aldeia comer os bolinhos feitos pela minha avó.

Lux – Os seus pais estão separados. Como é que gere isso?

R.P. – Passo o dia 24 com um e o 25 com outro. E vamos alternando ao longo dos anos. Da parte do meu pai, vamos para perto de Castelo Branco. Da parte da minha mãe, passamos na Graça, em Lisboa.

Lux – Foi fácil manter esse entusiasmo por esta época?

R.P. – Sim, porque nós somos os quatro muito unidos: eu, os meus pais e a minha irmã. É óbvio que o primeiro Natal após a separação foi um bocadinho estranho. Eu tinha 16 anos e a minha irmã tinha 10. Mas eles tiveram imenso cuidado relativamente a isso e nunca houve um choque grande.

Lux – Independentemente de ter de se dividir, passa sempre esta quadra com a sua irmã?

R.P. – Sempre. Somos inseparáveis. E é a ela que gosto mais de oferecer presentes. E dou-lhe sempre presentes personalizados.

Lux – E entram em competição?

R.P. – Acerca do número de presentes? Sim. Ela, como tem imenso jeito para trabalhos manuais, oferece-me coisas maravilhosas. Mas adoro oferecer a todos. No ano passado, dei ao meu pai um salto de queda livre. E já o fizemos os dois. Foi ótimo!

Lux – Ele é o mais aventureiro?

R.P. – Ele é o criativo, porque é professor de artes e pintor. A minha mãe é mais aventureira. Vai todos os anos a concertos, festivais… E sai à noite comigo. Depois perguntam-lhe se é minha irmã e ela fica toda contente. Os meus amigos habituaram-se a conviver com eles. O meu pai é que ia sempre buscar-nos à discoteca. Deram-nos muita liberdade, desde que nos portássemos de forma responsável.

Lux – Pela maneira como fala parecem ser todos muito divertidos. Imagino-a como o bobo da corte lá em casa…

R.P. – Completamente. Sou sempre a palhaça [risos]. Mas até as minhas avós entram nas brincadeiras.

Lux – Sempre conviveu muito com elas?

R.P. – Muito. Passava metade do verão com uma e outra metade com a outra. Em Castelo Branco, lembro-me de que o meu avô pendurava cordas enormes nas árvores para nos lançarmos para uma lagoa que lá havia. E quando ia para o Algarve com a minha avó materna, lembro-me de que ela sempre gostou muito de se bronzear, então, apanhei essa mania com ela. Todos os verões tinha bronzeadores novos [risos].

Lux – Já disse que envolve sempre a família nas suas decisões…

R.P. – Desde o vestido que vou usar nos Emmy até a questões de contratos, falo sempre com os meus pais e com a minha irmã. Costumo dizer que são três públicos diferentes. E são muito diretos.

Lux – E a Rita, é muito direta?

R.P. – Sim. As pessoas sabem o que esperar de mim. Hoje em dia, sou uma pessoa muito mais desconfiadas, também pela minha profissão.

Lux – Mas diz tudo o que pensa?

R.P. – Hoje contenho-me muito mais. Antes, achava que era uma menina rebelde que podia dizer tudo o que me vinha à cabeça. Mas tenho o coração na boca, e as pessoas sabem que se eu não gostar, vou dizer que não gosto.

Lux – Era muito refilona?

R.P. – Era muito teimosa. Nunca aceitei um não porque não. Os professores diziam que eu era muito insolente. Eu perguntava o que era ser insolente. E eles diziam que eu conseguia responder-lhes, sem ser mal-educada e sem poderem mandar-me para a rua. Mas irritava-os [gargalhada].

Lux – A sua irmã já não parece ser assim…

R.P. – Nada. Se bem que é muito faladora. É muito inteligente, com os pés bem assentes na terra. Tem 24 anos e já está a dar aulas, pelo segundo ano, ao primeiro ciclo.

Lux – Fala dela com orgulho.

R.P. – Admiro-a imenso, porque ela nunca quis aparecer e ser conhecida como a irmã da Rita Pereira. Isso mostra personalidade. E é a pessoa que melhor me conhece, até melhor do que os meus pais.

Lux – Ela terá sido um dos seus pilares, na altura em que sentia ter passado de bestial a besta?

R.P. – Isso foi naquela altura do [fim do namoro com o] Angélico. A imprensa adorava-me e, de repente… Mas já passou.

Lux – Conseguiu ultrapassar isso?

R.P. – Sim… Ao longo dos anos fui aprendendo a lidar com isso de outra maneira, a perceber que faz parte da profissão que escolhi.

Lux – Essa postura tem a ver com a maturidade, com o facto de já ter 30 anos?

R.P. – Sem dúvida alguma que tem a ver com a maturidade e com objetivos e prioridades, acima de tudo.

Lux – Quais foram as principais evoluções?

R.P. – Sempre fui uma pessoa com objetivos muito definidos e acho que continuo assim, mas tornei-me mais certa daquilo que quero. Há uns anos, andava um bocado perdida, quanto ao que queria realmente fazer, ou sobre quando é que queria construir uma família…

Lux – Pensava muito nisso?

R.P. – Ah, sim. Desde pequena que quero ser mãe. Porque a minha família sempre foi muito importante para mim…

Lux – Às vezes, o efeito é contrário. Há filhos de pais separados cujo sonho de família fica destruído.

R.P. – Mas isso são filhos que depois da separação não são acompanhados da melhor maneira. Acho que se os pais continuarem a dar-lhes o mesmo amor, os filhos acabam por não sentir isso.

Lux – Voltando a si. Quer uma família grande?

R.P. – Uns três filhos. E sempre quis ter mais irmãos.

Lux – Estava a dizer que já não vive tão angustiada com isso. Não devia ser ao contrário?

R.P. – Não. Com 30 sinto-me igual a quando tinha 25 anos. Encaro as coisas de forma mais natural. Vejo pela Margarida Marinho, que foi mãe aos 42, e tem uma excelente relação com a filha. Não há uma idade para se ser mãe.

Lux – Está a gravar a nova novela da TVI, “De Mulher para Mulher”. Quem é a personagem que via interpretar?

R.P. – A Fernanda, uma mecânica que vive num bairro. É uma mulher-furacão, que faz parte do núcleo cómico.

Lux - Tem sido difícil dar-lhe vida?

R.P. – Ela conduz um reboque. Tive aulas para aprender a colocar o carro em cima do reboque – é extremamente difícil – e também tive aulas de condução defensiva, porque, à noite, ela faz street racing. É muito interessante!

Lux – Já protagonizou quatro novelas…

R.P. – Acho que seis, mas deixe-me contar: ‘Doce Fugitiva’, ‘Feitiço de Amor’, ‘Meu Amor’, ‘Remédio Santo’ e esta, cinco.

Lux – Certo. Portanto, feito este percurso, pensa: ‘E agora?’

R.P. – Penso muito, sim. Quero fazer teatro outra vez, ou, se calhar, tentar alguma coisa lá fora.

Lux – Já está a trabalhar para que isso aconteça?

R.P. – Não… É um pensar de querer pôr em prática. Eu estava a meio de “Remédio Santo” e o [António] Barreira já estava a falar-me desta personagem. Portanto, não valeria a pena começar outra coisa. Até porque o teatro, por exemplo, rouba-nos muito tempo e eu não quero tentar conciliar tudo, como já fiz uma vez.

Lux – Acumular teatro e televisão não funciona?

R.P. – Ai não, não. Não é que tenha prejudicado o meu trabalho, mas fisicamente estava completamente desgastada [aquando do musical 'Os Produtores']. Emagreci imenso, porque nem sequer tinha tempo para comer.

Lux – Esse foi também aquele período complicado a nível pessoal…

R.P. – Sim, também teve esse lado pessoal. [silêncio]

Lux – Foi a altura em que terminou o namoro com o Angélico. Já passou um ano e meio desde a sua morte. Consegue aceitar melhor essa realidade?

R.P. – Não. Não. [Faz uma pausa]

Lux – Ele ainda está muito presente?

R.P. – Eu não gosto de falar sobre isso. Mas não, não aceito.

Lux – Como é que tenta combater essa revolta? Imagino que será uma revolta…

R.P. – Sim, é. Tento dar muito mais valor à vida, e aproveitar por mim e por ele.

Lux – Pensa nele todos os dias?

R.P. – Não vou responder a isso.

Lux – Então pergunto de outra forma: sempre teve uma ligação muito forte com a mãe dele…

R.P. – [Interrompe] Com a mãe e com ele. Ao contrário do que foi dito, nunca deixámos de nós falar, sempre fomos amigos. Em relação à mãe, estou com ela todas as semanas.

Lux – Sente que ela precisa desse apoio?

R.P. – Precisa.

Lux – E a si? Reconforta-a poder acompanhá-la nesta fase?

R.P. – Claro que sim. Mas não gosto muito de falar sobre isso, como disse.

Lux – Muito bem. Termino por perguntar sobre as polémicas com Anita Costa [namorada de Angélico na altura da sua morte]. Havia algum fundo de verdade no que foi dito?

R.P. – Não vou alimentar isso.

Lux – Está em paz com a sua consciência?

R.P. – Completamente. A única coisa que posso dizer é que é mentira que eu e a Anita nos dêmos mal. Falamo-nos tranquilamente, queremos a felicidade uma da outra e sabemos que ambas partilhamos o mesmo sofrimento.

Lux – Ainda que a abordagem destes assuntos a incomode, tem noção de que as pessoas gostam de saber sobre a sua vida?

R.P. – Claro que sim, compreendo perfeitamente. Mas acho que, muitas vezes, não é o público que quer ver certas coisas. As pessoas querem ver-me feliz. Hoje em dia, com a minha experiência, aprendi muito. Por exemplo, sei exatamente aquilo que vai colocar como título do que eu disser. Portanto, controlo muito bem tudo o que digo.

Lux – Mas fala com um ar muito descontraído.

R.P. – Sim, já me habituei. Também já são dez anos. Por exemplo, fiz agora o videoclip do Mickael Carreira. Mas tive de me mentalizar de que não ia importar-me com a polémica à volta do possível romance entre nós. Tenho de optar: ou faço um trabalho que vai ficar com qualidade e é bom para o meu currículo, ou simplesmente não o faço porque não quero passar por polémicas. Optei pela primeira, e fiquei muito feliz, porque acho que resultou num trabalho fantástico.

Lux – Ainda sobre relações pessoais. Desde o Miguel Mouzinho que nunca mais assumiu nenhum namorado. Está sozinha?

R.P. – Não vou comentar.

Lux – Não estou a pedir que comente, estou a fazer-lhe uma pergunta direta. Tem alguém? Falou-se no António Conde, dos Expensive Soul, no Nani…

R.P. – Sim, sim. Nani, Paulo Rocha, Ronaldo… Enfim. Não respondo.

Lux – É vista por parte do público como um sex symbol. Gosta que tenham essa imagem de si?

R.P. – Não é uma imagem que puxo. Vê-se a diferença entre a minha [sessão fotográfica para a] Playboy e as outras. Nas novelas, recuso-me a fazer cenas em soutien e cuecas. Nas produções não faço boquinhas, olhinhos, nem uso decotes até ao joelho… Se sou sensual ou não, é uma coisa natural.

Lux – Para se ter essa imagem não é preciso estar-se de soutien e cuecas…

R.P. – Sim, mas é impensável para muitas atrizes sair à rua sem maquilhagem, pôr fotos no Facebook despenteadas… E podem ver dezenas de fotos minhas sem maquilhagem, descontraída. Eu fujo da imagem da diva, de sex symbol, da pessoa que está no topo e é intocável.

Lux – Todavia, essas características até podem trazer mais trabalho, como o convite da Playboy. É sinal de que o público gosta de a ver assim.

R.P. – É sinal de que querem ver-me assim, porque nunca me viram assim. Se calhar, há pessoas mais bonitas do que eu que não foram convidadas porque já apareceram muitas vezes despidas ou de soutien e cuecas.

 

Fonte: rita-pereira.org/Lux

publicado por *Patricia* às 14:15
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Terça-feira, 3 de Julho de 2012

Família e amigos recordam Angélico

Rita Pereira na apresentação do livro

 

Filomena Vieira Angélico apresentou, este sábado, o livro "Nunca te esquecerei" ao lado de amigos e fãs do malogrado cantor. Rita Pereira leu o texto que a mãe do cantor escreveu, a pedido expresso desta, que revelou não ter coragem para o fazer.

"Ao maior amor da minha vida, ao meu grande e único herói. Dia após dia tento ser forte à imagem de todos os que me rodeiam, mas, Sandro, eu estou a sobreviver e não é justo nem mereço", foi com estas fortes palavras que Mena, como é carinhosamente tratada, se dirigiu ao filho, numa emocionante carta lida por Rita Pereira.

A mãe de Angélico não conseguiu ler o texto que redigiu, deixando apenas uma mensagem de agradecimento a todos aqueles que ao longo dos últimos meses a têm ajudado a tentar superar a dor da perda de um filho. Os fãs e amigos deste são, segundo Filomena Vieira, a "família" que Angélico um dia disse que lhe daria.

Milton Vieira, pai do músico, esteve sempre ao lado da antiga companheira, como aliás tem acontecido ao longo dos últimos meses, algo que, acredita, seria o desejo do filho: "Penso que se ele tivesse de me dizer alguma coisa seria isso: Cuida bem da mãe", disse ao JN.

Na festa de lançamento, que decorreu na passada sexta-feira, no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, estiveram presentes vários familiares e alguns amigos que participaram no livro, como Eduardo Beauté, Vítor Fonseca ou Rita, a fã número um do cantor. A jovem agradeceu a oportunidade de escrever sobre o ídolo e deixou uma mensagem de esperança: "toda a gente sabe que o Angélico para mim era um príncipe. E os príncipes nunca morrem. Acho que vamos guardar isso... Eternamente".

 

Fonte: JN

publicado por *Patricia* às 02:37
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